quinta-feira, 17 de novembro de 2005

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Esse é um dos poemas mais fodidos do Mario. Ganhei "a vaca e o hipogrifo" de presente de aniversário da minha mãe. Foi assim: é difícil achar livros do Quintana [agora, com o centenário, saíram (GRAÇAS AOS CÉUS!) algumas reedições, mas antes só tinha coletâneas], daí, ela me pediu a bilbiografia dele, saiu ligando prum monte [mesmo] de livrarias e comprou pela internet/telefone todos os disponíveis na época.

Eram só uns 10 livros, incluindo dois infantis, que chegaram via sedex numa caixa bem no dia do meu niver. Nunca NUNCA nunca pulei tanto em volta de uma caixa de presentes: eu tirava um livro, abraçava o bichinho, saltitava pela casa, cantarolava. Daí a pouco, pegava outro, e a mesma coisa.

Minha mãe: - "Nossa, nem quando vc era criança nunca ficou assim em volta dos presentes!"

E a coleçãozinha [pequininha mas muito preciosa] já foi lida, relida, treslida até. Tempos depois, de tanto eu falar do Quintana, a Polly me mandou de Natal mais 3 livros com 3 cartões lindos, que ajudaram a pessoa aqui a saltitar um pouco mais. Agora tá mais fácil de completar pq já tem mais volumes a venda, basta eu juntar uma graninha e ir comprando aos poucos. Mas sempre é legal lembrar das pequenas vitórias, das pesquisas dos amigos procurando Quintana em todo lugar e mandando preu. É bacana, bacana.


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A poesia saiu daqui:



[mas era só pra mostrar a plaquinha keu fiz] ^^

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