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Cauks magoou pq eu demorei a responder as perguntas abaixo. Magoe não Cauks, que eu nem sei fazer pão, então dependo muito da sua boa-vontade pra arrumar um empreguinho de caixa na padoca da Santíssima Trindade, babe. Pq Polly é im-pla-cá-vel na escolha dos funcionários, aquela monstra. ;)
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7 coisas que eu odeio fazer ou que me dão medo
- me afogar (essa me dá mais medo do que ódio, na verdade)
- comprar soutien (é, odeio, e daí?)
- fazer cotação de piso (entediante demais)
- falar com operadores de telemarketing
- falar com operadores de telemarketing da C&A (esses são os piores)
- topar nas quinas dos móveis que mamis dispõe estratégicamente para melhor me acertar
- fazer planilhinhas no excel (pior que todas as anteriores)
7 coisas que eu gosto
- cama, comida, cobertor, dvd e namoradón (ah, o paraíso)
- internet banda larga
- elevadores
- escadas rolantes
- tulipas
- quadrinhos, mangás e afins
- Quintana, Lobato, Douglas Adams, GGM, Dostoiévisky
7 coisas importantes na minha casa
- minha cama, linda, branquinha, que eu mesma desenhei pra meu melhor conforto
- tv, dvd, aparelho de som
- um chuveiro assassino *
- computador (pra trabalhar)
- computador (pra me divertir)
- meu copo de 500 ml (pra beber água o tempo todo, inclusive na frente do pc)
- lapiseira, trena, celular, régua, escalímetro e muito sulfite (enfiados todos na mesma pasta pra eu nunca esquecer nada pra trás)
7 fatos sobre a minha pessoa
- sou capaz de passar semanas praticamente muda e ser muito tagarela nas horas mais inconvenientes
- tenho problemas entender o que dizem ao telefone: preciso sempre olhar no olho de quem fala (e às vezes até fazer uma leitura labial básica, apesar de todos os testes audiométricos do universo já terem atestado que meus tímpanos vão muito bem, obrigada)
- tenho sobrancelhas muito finas, não por opção
- gosto de fazer as unhas
- sou rabugenta
- desapareço de vez em quando e isso sempre magoou algumas pessoas queridas
- sou chamada de "tratante" pelos amigos mais antigos (quase nunca apareço nos lugares combinados, quase nunca ligo, e quando ligo de surpresa avisando que vou aparecer, quase sempre tenho de escutar um sermão antes)
7 coisas que planejo fazer antes de morrer
- ser uma pessoa melhor (já vale pelas 7, só pelo trabalho que isso vai dar)
7 coisas que consigo/posso fazer
- me interessar por econometria, gestalt do objeto, microeconomia, design, sertanejo raíz, música poser, Freud e Jung, e por algumas matérias de culinária simultaneamente **
- ouvir música muito alto e numa misturada que pra qualquer outro ser humano é algum tipo de combinação insuportável
- passar oites em claro trabalhando, empolgadérrima com um projeto e nunca me arrepender disso
- projetar gabinetes, estantes, armários, gessos, pisos, iluminação...
- andar sobre brasas
- irritar muito as pessoas
7 coisas que não faço ou não poderia fazer
- abdominais
- jogar truco sem blefar feito uma compulsiva
- gostar de contabilidade
- tirar fotos o tempo todo (consigo, mas no momento não posso pq estou sem máquina)
- comer requeijão sem dividir com as minhas gatas
- deixar minha gata morder meu pé (ela sempre faz isso quando estou sem meias, como nesse momento)
- parar de ver desenho animado (vcs já viram as Novas Aventuras de Jackie Chan?)
7 coisas que eu mais digo
Isso depende muito da época, mas as mais contantes são:
- Eu não vou atender! É pra vcs! - (brava com a campainha do telefone)
- Mãããããããããããe! - (eu grito isso o tempo todo, mas às vezes sem ter nada pra dizer - daí ela me chama de palhaçinha***, sai indignada e eu fico rindo)
- Ô mãe, o pai taí? - (acho que nem quando eu casar e me mudar pra sibéria vou perder essa mania... vcs não tem noção o que isso é divertido)
- Né?
- Né.
- ...
- !!!
7 celebridades
(com colaboração de especial de Pai Mei, desenterrando tudo isso e especialmente a história das Organizações HZL****!!!)
- Pica-pau, Urtigão, Biquinho e Peninha (Pena das Selvas, Morcego Vermelho, Pena Kid - todos criados por um brasileiro, vejam que coisa linda), Chico Bento, Pé-de-Pano, Wally Wallygator (Vodu é pra jacu!), Madame Min (Ninguém pode fazer isso com Min!), Gastão (sortudo miserável), Patacôncio (milionário miserável), o Louco (do Maurício de Souza),Huguinho, Zezinho e Luizinho,os escoteiros-mirins...
7 pessoas que eu gostaria que respondessem
- Er... asssim, quem sabe, talvez você?
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* Do tipo matador: potente e nervoso. Tinha um desses na casa da Lully que quase me matou mesmo, mas depois a gente pega gosto.
** Pausa para um "apelou para o paradoxo, perdeeeeeeu!"
*** Notem a singeleza: é palhacinha, não é palhaça.
**** Um sonho do Tio Patinhas em que o Huguinho, Zezinho e Luizinho crescem e ficam muito mais fdps que ele
- Ô, Rê, me passa os contatos do Jonh e da Yara, se vc tiver?
- Tenho sim, é só vc pegar na minha lista dorkut.
- Ah, não. Vc tem um zilhão de contatos, muito difícil achar alguém lá.
- Nem tenho tantos contatos assim.
- Tem sim. Vc quer ter um milhão de amigos, ser bem mais forte e poder cantar.
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O dia precisava ter umas 12 horas a mais
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Três da matina e eu desenhando desenfreadamente, alucinada, louca, sem conseguir dormir enquanto não terminar uns detalhamentos. Vou encontrar os clientes daqui a pouco, as sete da manhã. Inda falta um quarto inteiro pra acabar de resolver aqui. Sem tempo pra postar, pessoas. Nem pra ler emails. Mas é assim só no começo, juro!
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A festa no Cisne foi bárbara! Sei que estou devendo o fim da história, os esclarecimentos sobre limitrofia, eu sei, eu sei. Mas tenham calma.
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Minhas gatas tão choramingando do lado de fora do escritório, querendo atenção.
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A historinha continua só na segunda-feira (muito trabalho aqui e a Festa do Cisne pra ir amanhã).
Só vim pra elogiar os comentários interessantíssimos dos posts anteriores e avisar vcs que eu não morri nem esqueci de ninguém, estou apenas com pouco tempo livre mesmo! ^^
Então ele só pode ser "preguiçoso", "mais lento", "desatento" ... Você cobra mais, vê e revê as lições de casa, paga professoras de reforço escolar, põe ele na natação, tênis, futebol. Faz trocas, barganhas e promessas. No entanto, tudo piora.
Você culpa a ele, a educação que você pode oferecer, o pai por não ser mais firme; compara ele com os irmãos, vizinhos, amigos e se compara com as mães que você conhece, mas nada disso adianta.
Seu filho é um problema que você não consegue resolver, que parece não querer se encaixar. Será?
Ele toma atitudes que te envergonham, sempre vai para a diretoria ou para a orientadora, porque conversa muito na sala de aula, se distrai facilmente e não aprende, às vezes tem dificuldades para acompanhar o ritmo de estudo dos outros alunos.
[continua]
O POEMA
[Quintana, é claro]

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Clique aqui e conheça um pouco do trabalho do Intituto Cisne de Pesquisa em Limitrofia.
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Rolinhos de feno passando pelo blog...
- É, amiga, ainda bem que a gente sempre tem uma pra tomar conta da outra..."
[Fazendo trilha, no meio do nada, atravessando um íngreme paredão de pedras em frente ao mar]
Como disse alguém bem mais esperto que eu, família não tem nada a ver com sangue. É muito mais que isso. E tantos anos de carinho, respeito, amizade e amor sempre trazem pra gente uma felicidade, uma paz, uma sensação de bem-estar inexplicável que consegue nos fazer superar os 'problemas' da vida, os sustos, os aborrecimentos. Sua presença nas nossas vidas sempre veio nas horas mais preciosas, como um bálsamo, e dessa vez não foi diferente: o aniversário foi seu mas quem ganhou o presente fomos nós.
Obrigada por ter me escolhido para ser sua amiga (naquela época tão distante, em que eu não queria amizade nenhuma, era apenas uma criaturinha mal-humorada e indócil - não que isso tenha mudado muito, mas tenha certeza de que vc teve um papel importante nas 'melhorias' que ocorreram de lá pra cá). Obrigada pela força, pelas broncas inacreditáveis, pelos conselhos preciosos, pelo respeito.
Nesse tempo todo, outras pessoas chegaram e partiram. Pessoas importantes, amigos e parentes, colegas ou simples conhecidos, alguns namorados também. Sempre nos apoiamos, dividimos as saudades (e a sensação de alívio em alguns casos); num certo sentido crescemos juntas, embora passando por fases e situações totalmente diferentes, sempre mantivemos esse carinho que vai além da afinidade pura e simples. A gente dividiu alegrias e tristezas, dúvidas e conhecimentos, inquietações, datas importantes, natais, reveillons e páscoas, dia dos pais, das mães, aniversários meus e aniversários seus... a gente compartilhou uma vida. É uma história bonita de relembrar, viu?
Lembro dos sandubas naturales que vc comprava pra mim na FSA, das dicas de como ser menos brega (hahaha!) no colégio e de como se manter protegida dos perigos de algumas amizades e atitudes, das sessões didáticas sobre "a vida, o universo e tudo mais". Lembro das crises de riso absurdas causadas ou por uma tentativa de suicídio parando de respirar ou pelas marcas de dente no controle remoto da tv (pra ver se o sinal refletia no metal do aparelho dos dentes), ou por alguma bobagem desenhada num canto do caderno.Lembro especialmente da eterna saudação matinal em altos-brados (as pessoas pra quem contei duvidam disso até hoje) à la James Brown: uma dava o primeiro berro muito alto de "Uááááááááááááááá...." e a outra complementando "Aaaaaaaaaaah fil guuuudi!", e as duas "Paranananananã, meiquinauôrdi!". Bem, isso devia ser um pouco irritante pro resto da humanidade, ouvir um berreiro do nada, logo cedo e todo santo-dia, mas pra nós era o jeito de acordar de bom-humor e dizer realmente "Eu me sinto bem!". Aaaah, tão terapêutico...
Você sempre teve um jeito divertido de encarar as coisas (uma alegria expontânea que não tenho e acabo encontrando nos amigos mais próximos), e sabe que durante muito tempo foi o meu modelo - ficando até brava quando eu contava de você pras pessoas, achando que "não seria capaz de corresponder a imagem exagerada que eu criava da sua figura". Bobagem.
Sem contar a paciência que vc precisou pra aturar minhas imitações de trejeitos, falas e até de idéias. Com o amadurecimento, essa minha necessidade de imitar você passou, mas a admiração e respeito continuam intactos, nunca diminuíram. Hoje, mais velha, com um estilo definido e me sentindo com mais personalidade (pelo menos mais do que naquela época!), vejo com bons olhos o fato de ter tentado imitar você e não outra pessoa: foi um ótimo referencial, tenho certeza.
Acima de tudo, o que fez eu me tornar sua amiga e me orgulhar disso foram qualidades do seu caráter que são ao mesmo tempo raras e encantadoras. Vc é honesta, inteligente, divertida. Nunca competiu comigo ou tentou me deixar pra baixo, pelo contrário. Tomava conta, prestava atenção se eu estava bem ou mal, tolerava, ensinava, repartia. Nas nossas viagens e baladinhas nunca nos apertamos, porque mesmo que "o resto do bando" nos deixasse pra trás (difícil, hein?), ou que acontecesse algum impevisto, sempre estávamos lá, tomando conta uma da outra.
Passamos juntos tantos bons momentos que de repente nos demos conta de que vc já era uma parte importante da família. Primeiro meus pais gostaram de vc pelo bem que sua amizade me fazia e, depois que te conheceram, passaram a gostar pelo bem que a sua amizade fazia a eles. Começaram a amar vc, querer o seu bem e a ter saudades suas como se tem saudades e se quer o bem de uma filha. Numa época em que ninguém da minha família se beijava e se abraçava direito, vc chegava abraçando, distribuindo carinho e comovendo todo mundo, que ficava feliz de ser abraçado e sem-jeito de ainda não saber fazer isso. Deixei de ser sua amiga pra ser sua irmã. Hoje, a relação familiar melhorou muito, conseguimos ser mais carinhosos uns com os outros, e sinto que o primeiro passo foi dado com aquele abração iluminado de oi da pessoa pulapula saltitante.
Depois de algum tempo de amizade, começou uma espécie de tradição: nesses anos todos (exceto no ano passado), sempre passamos o Natal ou o Ano Novo juntas. Quando não era os dois, variando apenas os lugares!
No primeiro natal que eu passei longe dos meus pais, passei na sua casa - e me senti em casa. No segundo (que eu passei com você, o Bruno e a Lidi mas longe de papis e mamis), já me sentia em família, não estava longe de ninguém que amava, pois eles estavam lá com a gente também, do jeito deles.
Ainda assim, continuamos (sei que falo por mim, papis, mami e bruno) comovidos com as suas visitas, continuamos sentindo saudade e nos preocupando sempre, continuamos nos sentindo a família mais abençoada do mundo por ter recebido a dádiva de encontrar uma Lullyluz nas nossas vidas. Tudo o que já foi dito - e isso é muita coisa! - não é suficiente pra explicar a gratidão e felicidade que sentimos por poder compartilhar a caminhada com vc, então, aeguindo o estilo do scrap que deixei no seu profile, desejo hoje e sempre pra nós:
Muitos anos mais de piadas internas sem-sentido, de festivais japoneses arrumados na última hora, de teatros kabukis pra pessoa imitar coa mãozinha, de danças littlebilly e rastapé, de chapéu de cowboy, de rir até rebentar, de tomar um truco responder um SEIS e dar uma corridinha pela praia, de tirar o sarro dos manés que acham Lumilight um nome bonito, de tirar o sarro dos caras legais, de tirar o sarro até de nós mesmas, de viagens ao Petar com risadas nas cavernas, de viagens pra Ubatuba com macarrão e queijo, de viagens pra Mato Grosso com arranhões de cavalgar sem bota, de diversão no supermercado preparando a matula, de fazer listas, malas e revisões que fazem parte do ritual de uma boa viagem, de passeios ao Duque de Caxias pra conversar, de análises sintáticas e morfológicas da psicologia do mundo ao nosso redor, de análises cada vez mais preocupantes da nossa própria psicologia, de saladas de agrião e torta de brócolis, de pão integral feito em casa, de dirigir a branquela e fazer o tiozinho do posto pular de ladinho (hahaha!), de idas ao templo zulai, de festas-juninas, de pipoca e dvd, de saltos arrebentados no touro mecânico, de "ponto-e-vírgula sim, arruinar a balada jamais!", de flores e de músicas, de diversão e de crescimento. Muitos anos mais de amizade e felicidade, irmãzinha querida!!!
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Orkut Greatest Hits
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Inspirada num post do Abud, resolvi fazer um top 5 dos brinquedos da minha infância - os cinco primeiros que lembrei de bate-pronto, na verdade:
1 - Cabaninha do He-man. É, uma cabaninha verde-musco com azul escuro que tinha nas laterais o He-man brigando co esqueleto, na frente do castelo. Era sinistra. Todas as minhas amiguinhas tinham cabaninhas da Barbie ou da Mônica, mas naquela época eu já achava o He-man um gato e quis aquela. Nunca me arrependi. Anos depois serviu também para o meu irmãozinho brincar e todo mundo pensar que tinha sido comprada pra ele.
2 - Feijãozinho. Era um boneco com corpo de tecido amarelo recheado de bolinhas de isopor cuja cabeça vivia desatarrachando do pescoço e espalhando isopor e remorsos por todo canto. Sem contar o berreiro que eu fazia até minha mãe lavar, costurar e pendurar o bichinho no varal. Consigo ver até hoje aquela coisa amarelo-encardida pendurada pela barriga no fio de arame... e eu sentadinha no quintal esperando secar e aliviada da minha mãe ter conseguido ressussitar o coitado.3 - O Angeloso. Um urso de pelúcia horroroso, vermelho com duas asinhas capengas e uns olhos de monstro que tinham um reflexo estranhíssimo (os olhos meio que brilhavam na penunbra, era mais assustador que o palhaço do Poltergeist). Como foi meu único bicho de pelúcia (sou alérgica e minha mãe sempre levou recomendação de médico ao pé da letra: não pode ter pelúcia em casa, não vai ter), eu dava um desconto pra feiúra e me divertia horrores com o ursinho.
4 - A casa da Moranguinho. Na verdade era um morangão de uns 40 cm de altura (mas que pra mim era algo enorme) que abria e fechava e que eu usava mesmo pra guardar minhas quinquilharias dentro. Muito prático pra transportar brinquedos pequenos, mas de vez em quando a perna de alguma boneca ficava presa pra fora.
5 - Boca-rica. Um cofinho vermelho que cospia as fichas pra fora de surpresa. Eu achava aquilo incrivelmente divertido. Tinha das moedinhas coloridas espalhadas pela casa toda, sempre.
Bônus: o Cabeça de Batata. Foréva! ;)
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Agora me fala dos brinquedos que vc lembrar!
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A vantagem de estar de dieta aqui em casa é que eu tenho a preferência em todos os pacotes de torrada, requeijão light e iogurtes de morango. =]
Isso é que é estilo!
ou Da série "Comentando os Comentários"
- "Acho que nenhum foi igual ao meu (nenhum é igual mas...)
Eu saí da igreja com a marcha imperial... isso mesmo a música do Darth Vader :D
Sue"
O_o
[Sue, vc e o Burning me parecem o casal perfeito! Hahahaha!]
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Epidemia de convites de casamento
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